31
Out 12

"história de boca"

Deixo-vos uma "história de boca" como chama a minha princesa às histórias que eu lhe conto...

 

Num dia de sol quente num verão qualquer e sem que antes tivesse sido anunciada, nasceu uma flor.

 

Com pétalas azuis e um caule azul intenso. Dentro de si esta flor tinha um vermelho quente, como o sangue que nos faz mover. Abrindo devagarinho os olhos, viu um céu claro, sem nuvens e uma luz tão intensa que os fechou de novo, rapidamente.

Decidiu que poderia ficar assim, de olhos fechados…deixou-se ficar! Foi deixando o seu pequeno corpo sentir o vento morno de sul. O calor do sol que estava agora mais alto, pois sentia a luminosidade através das finas pálpebras.

Começou a ver as suas amigas flores, que também lentamente crescia e talvez também já tivessem os olhos abertos. Ficou curiosa por saber os seus nomes e até já se conseguia ver a brincar com o embalar do vento.

 

Cheia de coragem, abriu os olhos…. Sentiu uma falta de ar abrupta e a paragem foi tão bruta, tão intensa. Não estava lá mais nada! Só céu e duas pedras enormes e cinzenta…Começou a chorar!

 

Deixou-se ficar ali com as lágrimas a correr devagar e sem respirar muito alto…sentiu vontade de fechar os olhos de uma só vez. Não tenha nome para o que estava a sentir e mesmo assim era tão forte. Por momentos até parecia que o peito lhe doía.

Já o sol ia baixo e uma sombra inesperada pairou sobre si. Olhou e não viu nada, até que decidiu olhar para o céu agora mais escuro e viu uma águia de asas largas e extensas. A aguia sentiu o choro, baixou e perguntou:

 

- O que tens? Porque choras?

- Estou sozinha aqui neste sitio alto...

- Sim, estás no topo da montanha.

- Estou só. Porquê eu? O que é que eu fiz para ficar assim abandonada?

(a águia sorrindo) – Tu estás no topo da montanha pois é uma flor silvestre. Forte e corajosa de ter nascido onde mais nenhuma planta escolheu nascer. És única e fazes esta paisagem ficar assim…bela!

- Estás a dizer isso para ser simpática.

- Estas palavras saem do meu coração. Sabes que eu conheço estas montanhas como ninguém e este cume é o mais belo pois tem a força das pedras e a tua delicadeza.

A flor parou de chorar!

 

 

 

publicado por Momento de Mudança às 13:41 | comentar | favorito
27
Ago 12

A sua alegria pode estar no seu corpo

Com o Verão muito se fala de exercício, bem-estar, comida saudável…E depois veem as primeiras nuvens, seguidas das primeiras chuvas, do primeiro frio e lá volta tudo ao mesmo. Comidas pouco interessantes, exercício no sofá e tristeza….Muita tristeza!

 

Temos andado muito interessados neste tema de exercício, movimento e saúde e bem-estar. Sim, parece que está tudo bem interligado!

Pois bem, muitos são os estudos que revelam que quanto mais nos mexemos mais saúde temos, e não será apenas uma questão de peso e, também, de criação pelo organismo de substâncias que nos fazem sentir mais animados…a dopamina é uma delas!

 

Também existem estudos e autores que explicam a ligação entre a forma como pensamos e aforma como nos mexemos. È claro para nós que os nossos movimentos de cada um são estruturas aprendidas e podemos, talvez, até falar de movimentos pessoais (aqueles que mais fazemos e nos sentimos confortáveis a fazer), sendo que alguns deles não são uteis na hora de construir novas emoções e estados de ânimo. Um exemplo prático, alguém que tenha “desaprendido” a rir à gargalhada pode passar anos sem nunca se rir assim e talvez até seja preciso um acontecimento muito, muito divertido para que tal aconteça.

 

Conhecem pessoas que parecem que desaprenderam a rir?

 

A forma mais interessante de começar a ter uma nova linguagem corporal é, no meu entender, a dança. Seja ela a forma que for e a mesma pode até acontecer em casa sem custos, sem grande gestão de tempo ou de estrutura familiar e até quem sabe toda a família dançar!

Quem dança, sabe que quando o faz é pouco fácil ficar triste, é também pouco fácil ter uma postura corporal muito introvertida (sim, existe caso em que é visível alguma introversão e mesmo assim não tanta como noutras circunstâncias) e ainda é mais fácil olharmos à volta e sorrir e às vezes muito.

 

Assim a nossa dica de hoje é que dança. Encontre o estilo, a musica em que sem dar conta começa a bater o pé e dance, cante e movimente o seu corpo de formas novas pois aquilo que não é usado tem tendência a parar, a atrofiar.

 

 

 

publicado por Momento de Mudança às 11:41 | comentar | favorito
01
Mai 12

Decidir nem sempre é imediatamente ser feliz!

Quando acordas pela manhã, muitas vezes não sabes que chegarás ao fim do dia diferente!

 

Esta é uma condição da vida, todos os momentos te transformam e mesmo assim não estamos preparados para isso. Nas últimas semanas tem sido para mim uma descoberta nova, emoções novas, sentimentos que se iniciam.

 

Muitas vezes quando estamos em pleno, o radar interno entrega a informação que deverás alterar, mudar e muitas vezes voltar atrás e encontrar a entrada que por algum motivo perdeste ou não viste ou antes não estava lá. Muitas vezes sinto-me no “Alice no Pais das Maravilhas”. Onde o mundo sou eu que crio e muitas vezes personagens estranhas me dizem coisas que me parecem, igualmente, estranhas.

 

Alguns acontecimentos fazem com que comeces a sentir coisas que até ao momento não sentias. Imagina que sabes que tens uma pessoa que amas doente e que sabes que essa doença é irreversível e que levará ao destino certo da morte. Talvez nada te prepare para esse momento e quem sabe até não tenhas a noção de como lidar com essa falta que antecipadamente sentes. Tudo se transforma, tudo que até ali fazia todo o sentido, agora não existe mais, é tudo novo! Onde está essa emoção a localização no corpo é ainda incerta. Pedes para descobrir, para saber, para aprender a reconhecer e alterar. Tudo fica confuso, tudo fica baralhado. Às vezes pedes para não sentir, embora em tu saibas que tão não vai nunca acontecer. Deixas para depois, e até sabes que ela volta, volta sempre. Começas a criar alternativas, novas formas de ver e não consegues, ainda, que se torne real. Insistes, insistes.

Sentir é só isso, sentir! E mesmo assim parece que nada te pode dar mais do que esse sentir. Que se resume a isso, sentir!

publicado por Momento de Mudança às 20:26 | comentar | favorito
01
Mar 12

Educação com Amor!

 

'educar' vem do latim educare, por sua vez ligado a educere, verbo composto do prefixo ex (fora) + ducere (conduzir, levar), e significa literalmente 'conduzir para fora', ou seja, preparar o indivíduo para o mundo.

 

Quantas vezes escolhemos educar? Quantas vezes definimos como queremos educar? Quantas vezes definimos, escolhendo que princípios pautarão a forma de educação?

 

Algumas vezes nos meus encontros com pais e educadores estas perguntas são colocadas à plateia e muitas vezes depois delas surge um ”haaa!” generalizado. Sim, nós temos que decidir, temos que escolher, temos definir uma ou várias intenções para o acto de preparar uma outra pessoa para viver fora de si, com o mundo e sobre o mundo.

 

O que pode acontecer quando não escolhemos intencionar? Certo, qualquer coisa serve. Qualquer acção serve, pois não desenvolvemos um objectivo, não desenhamos uma possibilidade de futuro, logo qualquer futuro serve. Correcto?

 

Partindo desta premissa, podemos pensar que muitos pais criam os seus filhos sem nunca terem pensado que adolescentes gostariam ter em casa, que adultos querem promover para o mundo e mais importante que pais querem ser.

 

Isso faz com que qualquer atitude, qualquer conjunto de valores, qualquer forma de estar sirva. Pois aí é que está! Depois os pais não querem filhos X ou Y. No entanto foram pais X ou Y. Quando aplicamos violência física aos nossos filhos, estamos a mostrar que essa é uma forma de actuar com os outros e com o mundo. Será isso que queremos promover?

 

Muitas vezes eu oiço: “Um puxão de orelhas, isso não é violência física.” Sim, isso é violência física. Uma palmada no rabo é violência física, uma palmada nas mãos é violência física. O levantar de uma mão em forma de repressão é também violência física. Pois muitas vezes a questão não está só na lesão física causada e está, também, na percepção obtida com o gesto. O que eu vejo muitas vezes é os pais agredirem as suas crianças e depois ficarem muito chocados quando elas em idades posteriores batem nos colegas, nos próprios pais, etc….

 

 

 

Os filhos, no principio, fazem o que viram fazer. A violência física não ensina a responsabilidade, expõem o medo. Que tipo de relação quer ter com os seus filhos. Quer que eles o respeitem, o admirem como pessoa, que reconheçam as suas emoções ou escolhe que eles tenham medo. Você decide!

publicado por Momento de Mudança às 21:26 | comentar | favorito
03
Fev 12

Nesse dia

Decidi abrir a porta, deixar entrar quem fosse.

 

Os cheiros alheios numa mistura com os nossos extasiam, tornando o ambiente denso e lindo!

  

Os sons parecem sair das paredes, do chão e penetram directamente no coração.

Que aguarda impaciente a chegada do arrepio final.

 

Os olhares são de amantes, de um só que em pleno se mostram belos.

São assim aqueles que entregam o seu mais eu para quem quer ver.

Uma forma de arte, esta de entregar emoção.

  

 

Abraça-me e vamos ser felizes nesta melodia!


publicado por Momento de Mudança às 21:34 | comentar | favorito
06
Jan 12

2012 um ano extra de extraordinário!

As borboletas não vivem horas e sim momentos!


Chegou 2012 e para mim chegou de forma quente, feliz e rodeada de sorrisos. Fico grata e sei que esta foi a diferença que fez a diferença. Agora começa a concretização de alguns projectos. Outros começam a crescer no papel. Outros, ainda, estão só na minha cabeça o que já é muito bom.


A primeira coisa que decidi foi ler os meus cadernos (e até tenho coisas bem giras!) e dei-me conta de 5 dicas que eu tinha escrito em 2011 e que eu sei que foram a diferença que fizeram a diferença.

Foi um ano em que fiz o primeiro caminho a Santiago; Fiz a minha primeira aula de Surf; Iniciei o meu processo de dança; Dei formação a mais de 1.000 pessoas e em mais de 30 empresas; Fiz o meu Master; Entrei para a rádio; fiz teatro no Coliseu do Porto; Comecei a andar de patins; Fiz um Ignite; Fui feliz!


E agora chegou o momento de partilhar, porque funciona:


A)    Definir Objectivos Poderosos. Desenha a tua Roda da Vida, reconhece o teu aqui e Agora e parte para alavancar a concretização da tua vida. Escreve os teus objectivos e afixa para que te foques e cries um sistema de trabalho sobre os mesmos.

B)    Trata os acontecimentos, como isso mesmo, acontecimentos! Conheço algumas pessoas que ficam muito presas ao “E se…” e o mundo é possibilidade, logo sim muitas coisas podem acontecer ou não e a pergunta é “o que aconteceu?”. A tua vida já é antes e será depois desse acontecimento, olha o que acontece como um frame de uma grande filme e não como o filme em si!

C)    Fazer, fazer e fazer. Experimenta o que nunca experimentaste; treina muito e reconhece as aprendizagens e o feedback! Arrisca e testa os teus talentos…quando experimentei o Surf acreditava mesmo que iria colocar-me em cima da prancha e acreditei tanto que foi logo na primeira aula.

D)    Os hábitos velhos apenas servem se te servem, se não te servem...Muda! Muitas vezes encontro pessoas que querem coisas novas para si e teimam em manter todos os seus hábitos antigos…será difícil alcançar coisas novas quando mantemos os mesmos comportamentos. Quando decidi avançar para aulas de dança tive que alterar alguns horários (hábitos) de refeição e de descanso e só assim consegui manter-me nos treinos.

E)    Agradecer o que tens poderá ser o caminho para alcançares o que queres! Agradecer todos os dias o que já temos, o que já alcançamos, será a forma de passar para o ponto B, o nosso novo objectivo. De outra forma ficarei apenas no passado, pensando o que poderia fazer mais e melhor. O que foi já aconteceu e cada um de nós pode criar um novo futuro. Pratique a gratidão a si e aos outros e conquistará a liberdade de ser mais feliz!

E para terminar porque acredito, sorria, sorria mesmo muito porque assim fará (tenho a certeza) rir o mundo!


Bom ano de 2012!


publicado por Momento de Mudança às 21:43 | comentar | favorito
18
Dez 11

Um mundo de oportunidades

Talvez alguns de vocês já nem se lembrem do último artigo que publiquei neste blog, já lá vai, de fato algum tempo, e não o suficiente para que eu me deixe levar pela inércia.

 

 

 

A não escrita neste período é a prova que quando temos um objetivo, existem algumas coisas das quais temos que estar disposto a abdicar. Eu tive objetivos que implicaram eu parar por algum tempo de escrever. Pois eram sobre novos estudos, numas formas de fazer e logo, talvez, novas formas de escrever. Decidi então que pararia durante 3 meses de escrever!

 

 

Esse tempo passou e eu voltei a escrever. Assim, espero que gostem do meu regresso! Eu estou a gostar.

 

 

Estes meses foram intensos, trabalho, estudo e muita aprendizagem dentro da minha própria casa (quem disse que é preciso sair, ir a bibliotecas, ler livros para aprender, enganou-se) eu tenho uma professora particular e privada. A minha filha! Agora com cinco anos, a minha filha é a minha maior mentora, aquela para quem eu me comprometo e faço melhor todos os dias.

 

 

Eu sei que a minha avaliação é contínua e que apenas irei saber os resultados no final da minha vida (pelo menos espero eu que nesse momento eu consiga ver a minha aprendizagem). Todos os dias são dias de fazer coisas e a maior parte das vezes, coisas que nem sabemos se vão funcionar, coisas que nunca ninguém fez pelo menos com os mesmos instrumentos.

 

 

Ainda hoje ela dizia no alto da sua sabedoria: Eu é que controlo a minha voz! Logo, eu digo o que quero e como quero. Sim, ela já sabe uma das ferramentas a ter em conta na comunicação: a nossa voz!

 

 

Temos aprendido a andar de patins as duas, porque ela no dia em que recebeu os patins de prenda disse: Mãe, vais ter que devolver os patins, eu não sei andar. Ao que respondi: - Aprendes! E ela disse: - Se é assim simples aprendes também, certo? Nesse mesmo momento aprendi que talvez seja melhor estares disponível para fazer o que dizes aos outros para fazer. Sim, ela já pratica de forma única a congruência.

 

 

Com o meu projeto de ballet, fez a pergunta que eu precisava: Mãe porque vais fazer isso? Sim ela já sabe que a intenção é algo que devemos ter sempre em mente, pois com mais facilidade iremos criar um comportamento adequado ao objetivo.

 

 

Tenho tido uns meses intensos, entre formações; palestras e coaching, aprendi que quero aprender mais e que basta para tal estar ainda mais disponível para ouvir a fantástica mestra que tenho cá em casa.

publicado por Momento de Mudança às 15:11 | comentar | favorito
13
Nov 11

Quero abrir os olhos

Talvez pelo calor do dia, talvez pela energia da noite, lembro-me de coisas que estavam bem guardadas no infinito da minha memória. Algumas, eu escolhi deixar, resolvidas, quietas e outras, eu quero-as de volta.

 

Tenho sido chamada em vários e diferentes momentos a prenunciar-me sobre esta coisa da felicidade e à forma como chegamos às memórias. Estes dois temas que em vários momentos se podem tocar (muitas vezes eu fico feliz porque me lembro de pessoas, de momentos, de passados que foram bons para mim) e mesmo assim, não são muitas vezes trabalhados juntos.

O que será mais importante para mim, lembrar-me ou ser feliz! Ou talvez eu consigo ser feliz se me lembrar, por exemplo de momentos em que já fui feliz e pensar em como o fiz?

Dito assim até parece fácil! E é mesmo…hoje ao ver um filme “O Labirinto do Fauno", isto tornou-se muito claro.

Quantas vezes nos nossos dias deixamos para trás o que acreditamos e nos queimam na fogueira os sonhos, porque temos que crescer, temos que fazer coisas práticas e que todos entendam (compreendam). E porque esqueço que eu posso abrir as portas de qualquer realidade desde que a pense nelas. Quantas vezes escolho ser grande, feroz e muito pouco atenta? Pensem agora numa criança, o quanto é fácil para ela ver para além do que dizemos, quanto é que ela consegue imaginar coisas sem sequer fechar os olhos. O quanto ela consegue fazer de conta?

 

Sim, nós (crescidos) em relação às crianças apenas temos mais cm (alguns de nós, pelo menos!) e mais medos, receios. Porquê resistir a ser feliz, quando para isso basta aceitar que podemos ser felizes e recordar sem medos, pois as memórias são o nosso filme, a nossa história e aproveita-la para ser felizes, para aprender como se faz.

 

Eu hoje decidi que quero voltar a ver as sombras, as coisas, as pessoas os meus sentimentos como quando tinha 5 anos! E tive mesmo a sensação que eu era aquela menina que descia as escadas do labirinto e me deixava ir para o mundo que era meu o da minha felicidade!

 

Beijos

 

 

publicado por Momento de Mudança às 01:18 | comentar | favorito
09
Out 11

Como?

Tenho andado às voltas por essas ruas e calçadas de Portugal, com muito tempo para pensar (visto que a maior parte das vezes viajo sózinha e ando sózinha. Gosto disso, de ter tempo para pensar e não proprimanente viajar sózinha!).

 

As ruas do nosso país estão cheias de histórias, de vontades e de coisas mal resolvidas. Algumas dessas histórias trazem-me à ideia novas histórias, tanto que algumas vezes até me sinto com vontade de me tornar romancista. Ainda bem que são apenas laivos de vontade rapidamente esquecidos pela real vontade de apenas pensar nas histórias.

 

A última que ouvi, num dos meus passeios entre o sitio que sai e o sitio onde deixei o carro estacionado:

 

Mulher: às vezes ela diz que não tem paciência para os filhos. Claro que não tem, eles fazem tudo que querem, ela não lhes dá regras.

Homem: Isso da paciência é fácil. Duas bofetadas nas crianças e já está ganha a paciência.

 

Quando penso na situação encontro uma série de desculpas históricas para esta afirmação: Sim, é verdade que muitos de nós ainda foram "aprendendo" através de uma palmada ou de um bom castigo. Sim, alguns de nós, ainda foram premiados por reguadas na escola primária sempre que dava um erro nos ditados. Sim, alguns de nós, ainda "aprenderam" que crianças não faz o que quer. A pergunta que me assola é: Gostavam? 

 

Se a resposta for "sim", optimo e podemos contar que assim está tudo bem consigo agora. E pode, mesmo assim, perguntar ao seu filho se gosta?

Se a resposta for "não", então porque o repete com o seu filho?

 

Alguns ainda podem dizer: Eu não gostava e existiram alturas em que eu sei que mereci! O que o faz acreditar nisso? Quem lhe disse que merecia? 

 

Talvez possa ser interessante reflectir qual o nome que atribui ao momento em que agride o seu filho?

 

Quando decide que a violência é a única forma que existe para lhe demonstrar que o comportamento que ele teve o desagradou?

 

E, desenvolvendo um pouco mais, pensar como é que o comportamento do seu filho o faz escolher ficar desagradado?

 

Bons pensamentos!!

 


 


 


 


 

publicado por Momento de Mudança às 15:13 | comentar | favorito
01
Set 11

O Meu tempo!

Tenho estado em modo tempo meu, nos meus pensamentos, nos meus desatinos, nas minhas conquistas e na lembrança constante que quero muito alcançar os meus desafios. Estes primeiros meses foram extraordinários. Fiz o Master em PNL, fiz o caminho a Santiago a pé e com muito esforço, comecei o trabalho no ballet, conheci pessoas fantásticas, trabalhei muito e aprendi muito...mesmo muito! E sei que os seguintes meses deste ano de 2011 serão extra fantásticos.

 

Assumo aqui e agora que vou fazer com que os meses de 2011 sejam fantásticos!

 

Tenho ideias que quero muito concretizar e algumas são mesmo longe dos vossos pensamentos e em alguns momentos até dos meus! Isso é mesmo algo que me dá muito gozo, fazer o que nunca fiz e que eu sei que sei fazer. É engraçado isto do que nós sabemos fazer e aquilo que nunca fizemos e sabemos que sabemos fazer. Eu até sei que parece estranho, e é tão certo que eu sei fazer que até sinto o corpo pedir para fazer mais, melhor. As mãos constroem, os meus sonhos estão cheios de fazer, de clareza de execução. Vejo até os pormenores, os detalhes e a finalização é linda, linda!


Este tempo para mim foi a contemplação desses momentos. Desses talentos que fui guardando e escondendo, digamos que de mim. Talvez por falta de coragem, talvez por falta de respeito para comigo. Agora eu decidi que sou eu que quero, e vou mostrar o que eu sei fazer!


E prometo novidades em breve….muito em breve!

 

 

 

publicado por Momento de Mudança às 19:12 | comentar | favorito
sinto-me: